sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

COMO GELAR A CERVEJA NOSSA DE CADA DIA?





A cerveja nossa de cada dia está cada vez mais procurada devido a esse verão arábico que se abateu sobre nós.
Não esquecendo que apenas a água pode manter o corpo hidratado, pois o álcool faz efeito contrário, vamos tomando nossa cervejinha de cada dia com calma, para não engordar.

Se na Alemanha é normal consumir cerveja praticamente quente, sabemos que este hábito não se aplica nem um pouco aos brasileiros. Aqui, a "breja" - um entre os vários nomes regionais usados no Brasil para se referir à bebida - é gelada. Imagine, em dias de calor, tropicais e ensolarados, servir aos amigos uma cervejinha quente, enquanto o churrasco assa na brasa? Não dá! Mas imprevistos acontecem e a cerveja pode não estar gelada. O que fazer nesses casos?
 
Veja aqui 10 técnicas de como manter a temperatura da cerveja gelada. Entre as dicas, saídas emergenciais como esfriar sua bebida em apenas três minutos ao utilizar sal, álcool e gelo; o uso de canecas com asa e quando recorrer ao bom e velho isopor. Confira:

Em três minutos
Se você tem urgência para gelar a cerveja da festa, arrume um recipiente, espalhe sal nas latas de cerveja e deixe-as no gelo. Banhe também as latinhas com álcool. Em três minutos, elas estarão prontas, já que o sal reduz a temperatura do gelo e o impede de derreter mais rápido, enquanto o álcool retira o calor das latas. Segundo os cientistas, essa experiência é chamada de "mistura frigorífica".


Em quatro minutos
Embrulhe a latinha num guardanapo ou toalha de papel, molhe bem e coloque no freezer. Quando você põe apenas a latinha no freezer, ela esfria de dentro para fora. Quando você embrulha em papel molhado, ela congela primeiro o papel molhado e esfria de fora para dentro, muito mais rápido, portanto.

Camadas de gelo e sal
Outra alternativa é intercalar a cerveja quente no isopor entre sal e gelo, como se fosse montar uma lasanha, mas com latas. Por exemplo, coloque primeiro uma camada de latinhas, depois, o gelo, então, o sal, o gelo, o sal...


Banho de gelo
Mergulhe as latas em um recipiente com água e gelo. Mas preste atenção! Desta forma, é impossível deixar a bebida mais gelada que zero graus Celsius. O processo deve ser repetido em latinha por latinha.


Opte pelas latas
As latas de alumínio têm capacidade de gelar com maior rapidez em relação às garrafas de vidro, já que o alumínio é melhor condutor térmico. Apesar do resultado, cuidado! As latinhas de alumínio também esquentam logo.


Congele o copo
Uma das técnicas mais fáceis, até para fazer em casa, é deixar alguns copos no freezer, antes de beber a cerveja. Ao beber, você terá a sensação de que a bebida está mais gelada que o usual. Fica bem mais refrescante.


Use canecas com asa
Outra dica para evitar que a cerveja esquente é utilizar uma caneca com asa de apoio. O contato entre a mão e o copo pode ajudar a esquentar a bebida. Com a haste, a sua cervejinha ficará gelada por mais tempo.


Suporte de isopor para latas
Este já deve ser seu conhecido. Mas, se ainda não tem um, ainda dá tempo de aproveitar o calor com uma cervejinha gelada. O suporte de isopor para latinhas é ideal para quem vai beber cerveja em ambiente externo com altas temperaturas, como praias. É indispensável no carnaval, ainda mais se o local escolhido para a folia for Salvador.


Bolsa térmica
Ideal para a praia, a bolsa térmica é flexível e simples de usar. Dependendo do material de que é feita, a bolsa mantém a cerveja resfriada por até quatro horas. Depois de usá-la, limpe, dobre e guarde.


Coolers
Se você não quer arriscar o sucesso do seu churrasco, uma ótima dica é adquirir um cooler. Fabricados com isopor ou poliuretano expandido e revestidos por lâminas de plástico, esse recipiente pode segurar a temperatura da cerveja por até seis horas. Além disso, há coolers que já valem a pena pelo visual moderno.


Terra.com.br

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O AMENDOIM, ESSE INJUSTIÇADO



Seja para acompanhar a cerveja ou no pé de moleque, o amendoim é uma preferência nacional: 75% dos brasileiros costumam comer a leguminosa (sim, ele é um parente do feijão e da soja). Apesar disso, 63% dos entrevistados do Ibope para uma pesquisa encomendada pela Abicab, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados desconhecem as propriedades nutricionais da semente e 12% acreditam que ela é constituída apenas de gordura e colesterol ruim.

 
Embora bastante calórico, o amendoim é um aliado da boa forma. Um de seus principais predicados é promover a sensação de barriga cheia. "Ele precisa ser muito mastigado, o que ativa o centro cerebral que controla nossa saciedade e faz com que a fome demore mais para aparecer", explica a nutricionista Vanderlí Marchiori, de São Paulo. Além disso, é fonte de fibras, que demoram mais tempo para ser digeridas, prolongando esse efeito. 
 

Defensores do amendoim

Para dar um basta definitivo à má fama que ronda o petisco, pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo observaram ratos que o consumiam regularmente e chegaram a duas conclusões importantes: mesmo sem restrição de calorias, o amendoim ajudou a controlar o peso dos animais e "até quando o amendoim é bem triturado pelos dentes, nem todas as moléculas de gordura são quebradas", observa a pesquisadora Neuza Maria Brunoro Costa, que liderou a investigação
 
Outro trabalho, dessa vez da Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais, revelou que o amendoim dá uma acelerada de 11% no metabolismo - pelo menos no dos roedores analisados. Em seres humanos, a pesquisadora Sandra Bragança Coelho, autora da investigação, constatou que indivíduos com peso normal deixavam de beliscar a torto e a direito depois de se deliciarem com amendoim. No entanto, esse fenômeno não se repetiu entre os obesos, que devoravam a leguminosa sem excluir itens pró-pneus do cardápio. "O ideal é substituir fontes de gorduras saturadas, como os embutidos, por ela", adverte. Daí, vale o alerta: é preciso ter autocontrole para não fugir da recomendação de 30 gramas diários, o equivalente a uma mão fechada. Do contrário, o auxílio vira sabotagem.
 
Além da mãozinha na hora de emagrecer, o amendoim também é um protetor do coração. Isso porque contém nutrientes fundamentais para diminuir o colesterol LDL, a faceta ruim da molécula, e manter as artérias sempre saudáveis, afastando o risco de doenças cardiovasculares. É o caso dos fitoesteróis, substâncias que competem com o LDL na hora em que ele gruda em células específicas para ser assimilado. "Os fitoesteróis enganam o organismo, tomando o lugar do mau colesterol e favorecendo sua eliminação", esclarece a pesquisadora Neuza Maria Brunoro Costa.
 
Outro defensor do peito encontrado aos montes no amendoim é o resveratrol, aquele corante natural que também dá pinta em uvas e cebolas roxas. Por ser um poderoso antioxidante, ele age impedindo que o colesterol LDL forme placas enrijecidas nas artérias, a gênese da aterosclerose, um entupimento generalizado que abre caminho para a ocorrência de um infarto.
 
Um trunfo pouco estudado desse primo do feijão é a presença da arginina, um aminoácido que, dentro do corpo, se transforma em óxido nítrico. "Ele relaxa as artérias, o que aumenta o fluxo sanguíneo e diminui a pressão arterial", ensina o nutrólogo José Alves Lara Neto, da Associação Brasileira de Nutrologia. E, como toda oleaginosa, o amendoim é fonte de ácidos graxos monoinsaturados, as gorduras do bem - incluindo o ômega-3. "Ele ainda fornece grandes quantidades de potássio, magnésio e vitamina E", elenca Lara. Por falar nesses dois últimos nutrientes, trata-se de uma dupla essencial para deixar o cérebro funcionando nos trinques. Já o potássio é célebre por evitar cãibras e fortalecer os ossos. Tudo isso é, sem dúvida, um prato cheio para a sua saúde.
 

O jeito certo de consumir

Apesar de tão nutritivo, nessa altura já está claro que não pode ser saboreado aos montes. Até porque algumas versões industrializadas, aquelas coloridas e com cascas bonitas, têm sódio a rodo. Essas pitadas a mais do ingrediente fazem o risco de doenças cardiovasculares, como a pressão alta, disparar. É importante também se atentar à quantidade. Para fugir das armadilhas, a nutricionista ensina uma dica: torrá-lo em casa. 
 
Se optar pelo industrializado, procure marcas com o selo da Fundação Pró- Amendoim, que fiscaliza todas as etapas de produção do tira-gosto, atestando sua boa procedência. É que a aflatoxina, uma substância maligna presente em um fungo, pode dar as caras se o amendoim teve problemas na armazenagem ou empacotamento. "Ela então se aloja na casquinha e produz sérios danos ao fígado", adverte Sandra Bragança Coelho. Mas, com cuidado na hora da compra, é possível incluir essa delícia no cardápio numa boa.
 

Atenção à mesa  

Nem todas as formas de consumo do amendoim freiam o ponteiro da balança. Conheça as mais populares e acerte na hora da compra:
 
Torrado: ele preserva todos os nutrientes da leguminosa. 
Paçoca: na versão tradicional, o açúcar vem em excesso. 
In natura: liberado! Sua casca vermelha é nutritiva.
Pé de moleque: o caramelo é uma doce armadilha para a dieta. 
Japonês: o alto teor de sódio é seu ponto fraco.
 

Um verdadeiro afrodisíaco 

A sabedoria popular já dizia e a ciência comprova: o amendoim turbina, sim, a libido. O segredo de seu sucesso está na grande oferta de zinco, nutriente vital para o cérebro. "Quando estamos sob estresse, nossos neurônios gastam mais zinco do que o previsto. Daí, sobra pouco para a produção dos hormônios sexuais, o que derruba o desejo", explica a nutricionista Vanderlí Marchiori. A ajuda vale para ambos os sexos, mas atenção: não adianta comer minutos antes do bem-bom. "Esse efeito só pode ser observado com o consumo frequente da leguminosa", completa ela.
 
Extraído de MdeMulher saúde.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

ALGUNS ALIMENTOS ALIVIAM A DOR


O que você come é crucial para a dieta, longevidade e, acredite, também para aliviar dores. Sim, há indícios de que alguns alimentos podem ajudar a aliviar inflamações, que causam incômodos no corpo e mal-estar. Por isso, o site Health selecionou as melhores e piores comidas para você colocar no seu prato quando o assunto é dor. Confira a seguir:

Salmão (melhor): rico em ômega-3, ele ajuda a reduzir dores e inflamações. Estudos apontam que o ômega-3 protege e ajuda a reduzir a artrite. Para quem preferir, atum tem os mesmos efeitos.

Azeite de oliva (melhor): funciona da mesma maneira que o ômega-3, reduzindo a inflamação dolorosa das articulações, de acordo com Hyon Choi, professor de medicina na Boston University School od Medicine. O alimento é um marco na famosa dieta mediterrânea e já foi comprovado que ajuda a melhorar o desempenho físico e a vitalidade. Um composto chamado oleocanthal, que dá sabor ao azeite, pode ter o mesmo efeito que anti-inflamatórios ao organismo.

Curcuma (melhor): o tempero é usado com frequência na Índia e outras partes da Ásia. Ele contém curcumina, um ingrediente que tem propriedades anti-inflamatórias, embora esses efeitos sejam “muito suaves”, assim como explica Eric L. Matteson, presidente de reumatologia da Clínica Mayo, em Minnesota, Estados Unidos.

Leite (melhor e pior): algumas pesquisas sugerem que laticínios ajudam a combater dores nas articulações, enquanto outros apontam exatamente o contrário. Isso acontece porque pessoas alérgicas a caseína, proteína encontrada no leite, pode desenvolver inchaço, segundo Matteson. Por outro lado, um estudo feito com quase 30 mil mulheres descobriu que quem consome níveis elevados de vitamina D, por meio de laticínios, pode ter efeitos anti-inflamatórios no corpo.

Cebola (melhor): esse alimento contém altos níveis de fitoquímicos, que podem reduzir inflamações no corpo. Um estudo apontou a quercetina, um composto encontrado na cebola, é o responsável por esse efeito.

Alho (melhor): alho também ajuda a combater dores no corpo e artrite. Assim como a cebola, esse alimento tem propriedades que podem manter as articulações longe de dores. “O alho tem fitoquímicos, que foram mostrados em estudos com camundongos e ratos, como agentes anti-inflamatórios semelhantes ao ibuprofeno”, detalhou Lona Sandon, professora assistente de nutrição na UT Southwestern Medical Center, em Dallas.

Álcool (melhor e pior): vários estudos têm mostrado que pessoas que bebem com moderação têm um risco menor de serem diagnosticadas com artrite reumatoide e, se já tiverem a doença, apresentam sintomas menos graves e dor mais leve do que pacientes que não bebem. Mas Sandon alerta que é preciso tomar cuidado para não misturar álcool com medicamentos para evitar maiores problemas.

Framboesas, morangos e amoras (melhor): essas frutas contêm fitoquímicos, conhecidos como antocianinas – responsável pela cor vermelha e roxa dos alimentos -, que podem trazer benefícios para o corpo “Esses compostos têm ações anti-inflamatórias”, explica Sandon. Em um estudo, animais alimentados com framboesa foram menos propensos a sofrer de artrite severa que os demais. Além disso, essas frutas desenvolveram um efeito protetor sobre a cartilagem.

Bacon, manteiga e creme de leite (pior): as gorduras saturadas do bacon e outros produtos animais contêm ácido araquidônico, que pode agravar inflamações e aumentar dores e inchaços. Por isso, o melhor é apostar em proteínas magras.

Brócolis (melhor): uma dieta rica em vegetais é aliada a saúde. Um estudo descobriu que pessoas que comem legumes cozidos regularmente têm 61% menos chances de desenvolver artrite reumatoide. Outra pesquisa mostrou que dietas vegetarianas podem aliviar o inchaço nas articulações.

Cereja (melhor): “as cerejas podem influenciar na sensação de dor”, afirmou Sandon. Estudos mostraram que as cerejas ajudam a aliviar um tipo de artrite que causa episódios frequentes de dores e incômodos. De acordo com um estudo conduzido por Choi, pessoas que comem cereja a cada dois dias têm 35% menos chances de enfrentar esses desconfortos.

Carne vermelha: estudos sugerem que pessoas com uma dieta com grande quantidade de carne vermelha têm maior risco de desenvolver artrite inflamatória. Ainda não se sabe o motivo, mas as gorduras do alimento ou radicais livres podem ser responsáveis por essa inflamação. De qualquer forma, o indicado é evitar carne vermelha não só para dores, mas também para o coração.

Berinjela (melhor e pior): berinjela é um vegetal que gera dúvidas entre benefícios e prejuízos para o corpo. “Há especialistas que dizem que o alimento ajuda na inflamação e outros dizem que piora”, afirma Matteson. Mas vale lembrar que cortar esse ingrediente do cardápio pode tirar nutrientes importantes da dieta.

Glúten (pior): pessoas com doença celíaca, que é uma intolerância grave ao glúten, têm mais chances de desenvolver artrite. O glúten é encontrado no trigo, centeio, cevada e produtos com grãos, incluindo pães, massas e cereais. Além disso, alguns medicamentos e vitaminas também contêm o composto. Para substituí-lo você pode optar por legumes, nozes e arroz. Mas tenha em mente que uma dieta sem glúten é difícil e cara, então não há necessidade de tirá-lo de seu cardápio desde que deu corpo não apresente problemas.

Bebidas açucaradas: não há nenhuma evidência clara de que bebidas açucaradas são boas ou ruins para dores crônicas. No entando, elas tendem a ser pobres em nutrientes e ricas em calorias, o que contribui para a obesidade. Em geral, o excesso de peso pode aumentar o risco de desenvolver artrite reumatóide em 24%, de acordo com estudo feito por Matteson. O peso extra também aumenta a pressão nas articulações. Por isso, o melhor é evitar esse tipo de bebida.

Iogurte: alguns tipos de iogurte contêm probióticos, microorganismos benéficos, que podem ajudar a prevenir artrite e problemas intestinais. “Há uma teoria de que um intestino saudável pode controlar algumas inflamações porque você tem boas bactérias lutando por você”, explica Sanson. Ainda assim, claro, é melhor evitá-lo se você é alérgico ao produto.

Escolha bem seus alimentos e seja feliz.

Ajuda: Terra.com.br/nutrição

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

ALHO, ALÉM DE SABOROSO É TERAPEUTICO


O alho é um dos alimentos de fácil acesso que entregam uma ampla gama de benefícios. Se você consumir, usufruirá de vantagens que vão desde a redução das chances de infarto até o reforço do sistema imunológico. O alho (Allium Sativum), originado nos desertos da Ásia central, tem sido utilizado através da história no tratamento de diversas enfermidades, incluindo a praga na Europa, a febre tifóide e a disenteria na Primeira Guerra Mundial.

Em geral, este bulbilho tem sido utilizado em todo o mundo no tratamento de gripes, resfriados, caspa, hipertensão, aterosclerose e outras condições. O alho é um dos mais citados na literatura para propósitos medicinais.

Os principais benefícios do alho são:

  • Efeitos cardiovasculares

Diminuição de gorduras, do colesterol sanguíneo, redução dos níveis de açúcar, pressão arterial e atividade fibrinolítica. Isso significa que além de diminuir colesterol, triglicerídeos do sangue, tem efeito hipoglicemiante, prevenindo também o diabetes, trata a hipertensão arterial e reduz a chance de infarto do coração e acidente vascular cerebral (conhecido como derrame).

  • Atividades quimiopreventivas:

Isto é, o alho previne o aparecimento do câncer de várias formas. Ele impede a absorção de substâncias cancerígenas presentes na alimentação, principalmente aquelas presentes na carne vermelha (nitrosaminas). Ao aumentar a atividade imunológica, o alho impede o surgimento do tumor. Ao atuar como antioxidante, impede a formação de radicais livres, e assim o a formação de células cancerígenas.

  • Atividades antimicrobianas e antifúngicas

O alho impede o crescimento de bactérias e fungos que causam doenças.



Que o alho faz bem à saúde, todo bom conhecedor de alimentos funcionais sabe. O uso desse vegetal como medicamento já é feito há centenas de anos em todo o mundo. A nutricionista Késia Diego Quintaes, doutora em alimentos e nutrição pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), lembra que antigamente no Egito o alho era usado contra a diarréia e, na Grécia, no tratamento de doenças pulmonares e intestinais. Mais recentemente, pesquisas revelaram sua capacidade de promover ações antimicrobiana, antivirais, atividades imunológicas, anticancerígenas e antioxidante. Há uma novidade, porém, sobre essa última propriedade do alho: se estiver frito, ele tem maior capacidade de combater os radicais livres.
A constatação foi feita pela nutricionista Yara Severino de Queiroz, de 31 anos, durante trabalho de mestrado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP), por meio de experimentos in vitro. O objetivo do trabalho, orientado pela professora Elisabeth Torres e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), era determinar os compostos fenólicos totais, aqueles responsáveis pela ação antioxidante, do alho in natura (Allium sativum) e em seus produtos comercializados. “Não havia até então na literatura dados sobre o alho picado e o alho frito, que são geralmente como são consumidos pela população”, explicou Yara. “O alho frito foi o produto que apresentou melhor atividade antioxidante para todos os testes. Fiquei surpresa com o resultado”, admitiu a nutricionista autora do trabalho.

Yara analisou ainda o impacto dos aditivos adicionados aos produtos (substâncias como ácido cítrico, metabisulfito de sódio e benzoato de sódio) sobre a atividade antioxidante.



  • Atividade imunológica

Ele aumenta a atividade das células de defesa do corpo, impedindo muitas formas de infecção e também limpa o muco dos pulmões, tratando muito bem gripes e resfriados.
A alicina, o composto do alho responsável pelos seus benefícios também confere o odor característico do alho. Ela é perdida no cozimento, por isso o alho deve ser consumido cru, ou o menos cozido possível.


Se você quer começar AGORA a aproveitar os benefícios do alho, seguem abaixo duas formas:

  1. Experimente fazer um molhinho de azeite com alho cru, para temperar saladas verdes e acompanhar carnes e peixes grelhados.
  2. Adquira na forma de cápsulas. É possível encontrá-las em lojas de produtos naturais.
  3. Amasse um dente de alho e frite em uma colher de azeite extra virgem. Coma no pão, ou sobre a salada.
Resumo: Coma mais alho, cuide do hálito* e seja feliz.

Para cuidar bem de seu hálito, acostume-se a usar o fio dental puxando para a frente, depois use um espetinho fino com escovinha vendido em farmácias, enfiando entre os dentes para tirar os detritos, depois escove muito bem os dentes. Em seguida, vem o cuidado com um dos maiores responsaveis pelo mau hálito: Limpe muito bem a língua, escovando até o início da garganta. Existe um dispositivo de plástico inventado por um brasileiro, que serve para raspar a língua, limpando os resíduos que ficam nela depositados e que provocam mau hálito. Para finalizar, uma bochechada com um líquido apropriado, e seu hálito e seus amigos agradecem.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

À NOITE, ALIMENTE OS INIMIGOS


72 KG! FINALMENTE ! DEPOIS DE ALTOS E BAIXOS, EU CHEGUEI LÁ. ESTOU ME SENTINDO LEVE COMO UM GUARDA-CHUVA!? AGORA SÓ FALTA PERDER MAIS 7 KG. FÁCIL...BASTA COMER MENOS E ME MOVIMENTAR MAIS...

Olá amigos, depois de um merecido descanso, estamos de volta com nossas postagens. Aliás, não faz tanto tempo, não é? Menos de uma semana de intervalo. Mas, vamos às novas. Dois ditados que tem o mesmo sentido:
1) Pela manhã, coma fartamente, à tarde, coma moderadamente, à noite, alimente os inimigos.
2) Café da manhã de Rei. Almoço de Rico. Jantar de Pobre.

Assim como na dieta mediterrânea essa dica sugere que se alimente de pães frutas e leite, logo de manhã. Esse hábito facilita que os nutrientes possam ser melhor absorvidos, já que o estômago está vazio, e apto a sintetizar açúcares e gorduras.
Na hora de preparar o cardápio do café da manhã evite misturar dois tipos de proteínas, como leite e iogurte  o ideal é que se opte por um ou outro.O mesmo deve se repetir com pães e bolos, além de ser melhor dar preferência aos integrais, escolha entre o pão e o bolo, nunca os dois juntos.
Abuse das frutas ou sucos, e lembre-se de mastigar bem e com calma, como se explica na "não dieta" dos franceses, ou seja, se for preciso levante-se mais cedo pra não engolir uma xícara de café e sair correndo para o trabalho. Quando não nos alimentamos bem de manhã ficamos com a sensação de que precisamos comer muito durante o almoço e acabamos exagerando na quantidade de alimentos.
Experimente alimentar-se de ovos, pães integrais e proteínas como leite ou iogurte na medida certa, e perceba que até o mau humor matutino desparecerá e você trabalhará melhor e se alimentará com moderação na refeição seguinte, o que é ótimo pois absorverá menos calorias, menos frustração e culpa.
E por falar em culpa, não fique com a consciência pesada por ter se alimentado tão bem durante a manhã, você perceberá que não terá tanta fome durante o almoço, tarde e noite.
Além do que, todo o carboidrato consumido no café da manhã será uma potencial fonte de energia para que se gaste durante o dia todo.
E não confunda fome com gula, ou ansiedade. Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. E nesse caso, se a fome bater, opte por um iogurte, uma fruta ou barrinha de cereais, de três em três horas.

Vamos lá. Nós temos um objetivo que é emagrecer sem fazer dieta ou jejum, e isso é fácil. Basta ter controle, comer menos, mastigar mais, comer alguma coisa entre as refeições para não ficar com fome, e seguir em frente felizes e saudáveis. Um abraço e seja feliz.

Colaboração do blog Tekatun.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

QUERO EMAGRECER MAS NÃO CONSIGO


Qual é seu problema? Não consegue emagrecer? Qual o motivo? Pode ser o seu metabolismo, pode ser excesso de comida, pode ser a falta de exercícios, e pode ser a soma de todos esses fatores. Agora, o principal fator, aquele que deve ser combatido de qualquer forma para que você obtenha sucesso e emagreça é a falta de vontade. Apenas com força de vontade é possível emagrecer, senão você fica naquele chove não molha: Emagrece um pouco, engorda mais um pouco, perde um quilinho, engorda dois.
Vou contar aqui dois casos que aconteceram comigo. Os dois tem relação com vícios que requerem muita tenacidade e força de vontade para largar. 
O primeiro caso foi o cigarro, o vicio de fumar. Eu fumava três maços por dia, numa época em que trabalhava de madrugada no CPD de um banco. Saía de casa às 11 da noite e comprava um maço de cigarros. às três da madrugada saía para um lanche e comprava outro maço. Às 9 da manhã saía do trabalho e já precisava comprar outro maço. Um verdadeiro suicídio. Aí, eu e minha mulher resolvemos que deveríamos ter nosso primeiro filho. Eu, que sempre li muito, fiquei com receio de que meu hábito de fumar prejudicasse a criança que iria nascer. Cheguei em casa num belo dia e joguei o maço de cigarros na mesa dizendo: Não fumo mais. E realmente nunca mais fumei. Fiquei com alguns cacoetes, comecei a piscar demais o olho direito, comecei a tocar piano com os dedos da mão esquerda quando estava distraído, mas mantive firme minha decisão, e os cacoetes foram sumindo. Fazem já trinta anos que abandonei o cigarro, e minha saúde vai muito bem, obrigado.
O segundo caso foi mais recente. Eu fiz uma radiografia devido a uma dorzinha nos rins, e descobri que tinha uma pequena pedra que estava se deslocando para sair. Fiz uma consulta com um médico especialista, e ele me assustou: Você está obeso, pre-diabético, pre-falência dos rins, e passa lá no hospital que eu vou tirar essa pedrinha pela uretra! Bem, não precisa dizer que eu nunca passei no tal hospital, nem sei onde fica, e a pedrinha, de tanto medo, saiu sozinha no dia seguinte. Mas, valeu o alerta. Eu fiquei impressionado com aquilo e passei a adotar umas medidas de precaução: 1) Tomar mais água, praticamente o dia todo. Deixo umas garrafinhas de água em minha mesa de trabalho, e vou tomando aos poucos. 2) Comer menos. Embora minha comida em casa já fosse mais saudável, baseada em arroz integral, pão caseiro integral, muitas frutas e verduras, eu estava comendo mais do que devia, principalmente devido à ansiedade e ao stress. 3) Praticar mais exercícios. A vida sedentária realmente é a grande responsável pela onda de obesidade que percorre o mundo moderno. O surgimento e  avanço da TV, os videogames, os computadores pessoais, tudo isso passou a prender as pessoas em casa, no sofá, na frente do computador, olhando a telinha do smartphone, e as pessoas deixaram de andar, de brincar, de correr, de se exercitar. Eu resolvi mudar isso, e passei a andar mais a pé. Prefiro subir escadas, andar de bicicleta, caminhar em meu residencial ou na praia, e contrariar o diagnóstico daquele médico sobre diabetes, gordura no fígado, pedra nos rins. Nunca mais.
Com tudo isso, quero dizer que a força de vontade remove montanhas. Hoje estou dez quilos mais magro, sem sacrifícios, apenas comendo menos, me movimentando mais, mastigando melhor, comendo com calma, deixando o garfo no prato enquanto mastigo e apreciando mais o sabor dos alimentos. Como alguma coisa entre as refeições, de preferência uma maçã, uma cenoura, se estiver em casa, e não deixo que a fome faça meu corpo acumular gorduras.

Então é isso, tenha força de vontade e coma menos. Não viva para comer, coma para viver.
 
Viva melhor, com mais saúde e seja feliz.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

BATATA DOCE SECA BARRIGA


É difícil acreditar que algo que tenha a palavra doce no nome ajude a emagrecer. Pois essa batata originária da América Central auxilia a exterminar os quilos a mais com muita doçura. Pelo menos é o que mostra uma pesquisa da College of Agriculture and Life Sciences, nos Estados Unidos. O poder desse tubérculo se deve a seu baixo índice glicêmico, o famoso IG. "Isso significa que ele é digerido de forma mais lenta e, portanto, dá mais saciedade, auxiliando no combate à obesidade", ensina a nutricionista Gisele Pavin, coordenadora de nutrição da Unilever. "E, por liberar a glicose de forma gradual, evita que ela seja armazenada no corpo feito gordura", completa.
 
Não à toa, graças à geração equilibrada de energia proporcionada pelo vegetal, a batata- doce é considerada o alimento dos atletas. Afinal, propicia que o açúcar seja absorvido na medida exata. Daí, o corpo não se vê obrigado a secretar doses exageradas de insulina, o hormônio responsável por botar esse combustível adocicado para dentro das células. "Em outras palavras, a pessoa tem disposição de sobra para se exercitar", explica a nutróloga Marcella Garcez Duarte, da Associação Brasileira de Nutrologia, que dá a dica: o ideal é consumi-la entre uma e duas horas antes da atividade física.
 
A batata-doce é benéfica até para quem apresenta tendência ao diabete. Afinal, com a produção de insulina na dose certa, o pâncreas, encarregado de fabricá-la, não trabalha adoidado. Assim, o indivíduo não desenvolve resistência à substância, um fator por trás do tipo 2 da doença. O estudo americano ainda descobriu que a variedade Beauregard, que está chegando agora ao Brasil, tem o mesmo padrão proteico de suplementos vendidos até pouco tempo no exterior para controle da glicose no sangue de portadores do distúrbio. "Por enquanto ela está sendo distribuída para cultivo próprio, mas deve chegar aos mercados sem demora", conta Jairo Vieira, chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Hortaliças, em Brasília. Diante dessas propriedades, ninguém deixará a batata-doce fora da lista de compras, não é mesmo?
 
Na hora de comer
Evite prepará-la com óleos para não engordá-la. Para aproveitar melhor seus nutrientes, cozinhe-a com a casca. Assim, você desfruta das fibras. Adoce seu cardápio com o ingrediente de duas a três vezes por semana e complete o prato com proteínas.


Inclua a batata-doce em seu cardápio e seja feliz.

Extraído do site mdemulher.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

SARDINHA FAZ EMAGRECER. MESMO!


É difícil imaginar que um peixe tão comum como a sardinha, vendida in natura e em lata no mercado, pode ter uma ação tão poderosa em nosso corpo. Pois ela transforma açúcares em energia, reduz o colesterol ruim e controla a ansiedade. Grande parte desses benefícios se deve à alta concentração de ômega 3, ácido graxo vantajoso até no combate à depressão. Veja como a sardinha vai ajudar você a secar.  
Efeito poderoso

Tira a fome: a sardinha contém boas doses de proteína. "Como tal substância é digerida lentamente, o peixe prolonga a sensação de saciedade", diz a nutricionista Denise Entredo Pinto.

 Elimina a gordura e turbina a produção de energia: o ômega-3 presente no peixe ativa proteínas celulares que evitam que o açúcar ingerido vire gordura. Assim, é convertido em energia.  

Reduz o colesterol ruim e aumenta o bom: também por causa do ômega 3, a sardinha faz com que o colesterol bom (HDL) aumente. Quando em maior quantidade, o HDL elimina o colesterol ruim (LDL) acumulado nas artérias, prevenindo doenças cardiovasculares, como infarto.

Controla a ansiedade: segundo uma recente pesquisa feita pela Universidade do Estado de Ohio (EUA), o ômega 3 tem efeito direto no combate ao nervosismo, principalmente em jovens, por reduzir a concentração de citocinas, substâncias que promovem o processo de inflamação do corpo e que estão ligadas ao estresse psicológico.


Como consumir?

Você pode consumir a sardinha enlatada ou fresca. Porém, a última é a opção ideal. Nunca frite o peixe, pois o ômega 3 perderá suas propriedades.

Fresco: ao comprar, confira se os olhos estão brilhantes e as brânquias, avermelhadas. O odor está forte? Não leve. Até 15 de fevereiro, a pesca está proibida, pois é o período de reprodução do peixe.

Em lata: compre a sardinha embebida em molho de tomate - e não em óleo, pois ele pode evitar a absorção do ômega 3.

 

Xô, vontade de comer!

Estudo da Unicamp comprova que o ômega 3 impede a inflamação do hipotálamo, região do cérebro responsável pela noção de saciedade. Portanto, evita a fome. Essa área incha com o consumo de gorduras saturadas (carne vermelha e queijo) e, por isso, tais alimentos nos fazem comer mais.

Coma sardinha mas não abuse, emagreça e seja feliz.

Fonte: Viva!mais.